
A edição de hoje (01/02) do jornal Meio&Mensagem publicou uma matéria sobre o último lançamento da Apple: o iPad.
A matéria mostra como os anunciantes, empresas e agências já começam a se movimentar e se posicionar diante deste lançamento.
Enquanto que os prós e contras do iPad são mencionados e questionados na internet, o mercado editorial já começa a pensar em como utilizar esta nova tecnologia e rumarem direção á integração plena entre o impresso e o digital.
Antes os veículos estavam traçando seus planos para o Kindle, agora eles tem um produto muito mais abrangente em mãos. Segundo Fernand Alphen (diretor nacional de planejamento da F/Nazca S&S), ainda é cedo para analisar a real potencialidade do iPad para a mídia. No entanto, apenas por existir ele já deverá estimular o crescimento do mercado. Ele afirma, ainda em relação ao iPad, que “ele vai acelerar a mutação do meio impresso para o digital”.
Já Carlos Merigo (gerente de estratégia e criação digital da Fischer+Fala) afirmar ver o iPad mais como uma evolução do que está se fazendo para o iPhone. E completa a afirmação concluindo que por ser uma leitura de papel com interatividade merece mais do que uma simples adaptação.
Para Marcelo Castelo, sócio-diretor da F.biz, a mídia deve olhar para o iPad, mesmo que surja um conflito de uso de canais. Castelo ainda destaca as diferenças do produto em relação ao iPhone em que o último procipicia uma leitura curta. “No iPad não há essa restrição. Ele traz as vantagens da internet e do celular. “Teremos argumentos para mostrar aos anunciantes como é importante investir em mobile advertising” afirma. Segundo ele, as aplicações do iPad deverão fazer parte do conceito mobile.
No Brasil, empresas como jornal estado de S. Paulo e Abril digital já estudam como ter seus espaços na tablet.
Os anunciantes também já estão de olho na novidade. Romeo Busarello, professor da ESPM e diretor de internet da Tecnisa (que já acertou sua entrada no Kindle na semana passada), afirma que a empresa tem interesse no produto, bem como, em novidades. Ele afirma “Temos uma cultura inovadora, que vai na linha ‘faça pouco, venda pouco e aprenda muito’. Temos a intenção de aprender mais”.
Confira a matéria completa na área Mídia no site do Meio&Mensagem.