O tablóide inglês “The Sun” lançou no final do ano passado anúncios com QR Code. E nesta semana o diário divulgou um release para anunciar o número de usuários registrados no serviço (11.000). Além disso, a publicação afirmou que este pode se tornar um meio ainda mais forte.
O “The Sun” quer implementar fortemente o serviço QR nos próximos meses. Para isso, está planejando um suplemento no jornal para ensinar as pessoas as usar essa nova tecnologia.
Eu já tenho esse aplicativo em meu celular e ele funciona muito bem. Para baixar, acesse em seu aparelho reader.kaywa.com e faça o download. Após baixar o aplicativo, se quiser ver a MobilePedia por lá é só direcionar seu celular para o código abaixo.
Em dezembro de 1997, em Helsinque, o engenheiro Vesa-Matti Paananen, de uma empresa chamada Yomi Croup, sofrendo com uma grande ressaca acordou ao ouvir o despertador do celular e com raiva pensou: “não quero voltar a ouvir esse bip nunca mais na minha vida”. O atormentado hoje se recorda: “Eu preferiria me levantar ao som de Van Halen e o pior de tudo é que eu estava disposto a pagar por ele”.
Após um ano tentando convencer as operadoras que os ringtones eram uma boa alternativa para poder distinguir, na própria empresa, as chamadas que recebiam os diferentes funcionários, a companhia Radiolinja (hoje Elisa) aceitou a proposta. Assim nascia o primeiro ringtone comercial no mercado mundial, permitindo que os finlandeses pudessem “baixar” “Smoke on The Water”, um de seus temas preferidos.
A Radiolinja lançou então um serviço de download de ringtones chamado Harmonium. Ele continha ferramentas para criar ringtones monofônicos e o mecanismo para enviá-los via SMS. O serviço se espalhou rapidamente pela Europa e Ásia e pode ser considerado um dos primeiros m-commerce de sucesso.
Os formatos dos ringtones evoluíram muito rapidamente e em menos de 10 anos podemos dizer que eles estão em sua quarta fase. Essa rápida evolução se deve a também ao avanço dos aparelhos e das próprias pessoas, que trocam do celular, em média, a cada dois anos.
A primeira geração de ringtones é conhecida como “monofônico”, que apenas suporta um playback com uma nota por vez. Em 2001, no Japão, veio a segunda geração, os chamados ringtones polifônicos, que permitiam que inúmeras notas e instrumentos fossem tocados ao mesmo tempo. O surgimento dos toques polifônicos causou um “boom” nesse mercado, já que o som agora era mais rico e mais atraente para os consumidores.
Por volta de 2004, a terceira geração de ringtones apareceu. Ela tem vários nomes como: truetones, mastertones e realtones. Diferentes dos anteriores, os truetones permitem uma gravação completa, com alta definição, que inclui os vocais da música.
Hoje em dia, nós estamos no início da quarta fase que provavelmente será a última na evolução dos formatos. São os ringtones que usam o mesmo formato do downloads de faixas completas, como por exemplo, MP3, AAC, ou WMA. Com este formato o usuário pode baixar uma musica em seu celular e utilizá-la como ringtone.
Com a conversão de ringtones em formas como MP3, a história da evolução de formatos aparece estar em seu final. Nesse estágio, o mobile já é um dos canais mais importantes do mercado musical.
Mobile Advergames estão ficando muito populares na Índia. Exemplo disso é o fato de empresas como a Coca-Cola e a ITC-Foods se utilizarem cada vez mais deles como publicidade.
O uso de um mobile advergame em uma campanha tem alguns pontos muitos positivos. Primeiramente, o usuário tem que se cadastrar, e isso permite que o publicitário ganhe uma “idéia de valor” no mercado.
Outro ponto forte é a interação que o mobile advergame tem com o usuário. O jogo não atrapalha a rotina do consumidor e não interrompe um programa de TV, por exemplo. Por último, mas não menos importante, a interação entre o usuário e o advergame dura um maior tempo. A maioria dos jogadores de mobile advergame na Índia fica em média 38.9 minutos ligada no jogo.
A Jump Games diz que esse é o segmento com maior crescimento na indústria dos games. Eles esperam gerar no mundo inteiro $9.34 bilhõesaté o final de 2008.
Poder ler notícias de mídia impressa no celular já não é mais nenhuma novidade. Porém, o jornal sueco Dagens Nyheter inovou ao lançar o primeiro celular-jornal do mundo. Trata-se de um aparelho que oferece aos assinantes acesso direto ao conteúdo do veículo impresso.
Os assinantes do Dagens Nyheter podem comprar uma versão especial do aparelho Nokia 6120 3G no site do jornal e assinar um plano que custa de cerca de 15 euros, e permite navegar gratuitamente na página de internet. Para iniciar essa navegação basta clicar em um ícone no celular. A navegação disponibiliza consulta ilimitada das últimas sete edições do diário.
Em todas as viradas de ano são publicadas listas no estilo “10+”. Nada melhor que uma delas para começar 2008. Segue aqui a lista das 10 melhores idéias do mercado mobile em 2007, segundo a SpringWise. Algumas delas tiveram destaque aqui na MobilePedia, como é o caso das camisetas Reactee.
A corrida eleitoral pela presidência dos Estados Unidos se intensifica ao passo que as eleições se aproximam. Como parte das campanhas, alguns candidatos estão utilizando o mobile marketing para promover suas candidaturas.
John Edwards:
O democrata John Edwards foi o primeiro candidato à presidência que utilizou o mobile marketing. No ano passado, Edwards lançou um site dedicado exclusivamente à publicação de posts com mensagens de texto que enviou enquanto viajava pelo país à procura de suporte para fortalecer sua candidatura. O site possui também um shortcode, no qual os interessados podem se inscrever para receber informações sobre a campanha, além de um brief da plataforma política de Edwards.
Posteriormente, Edwards realizou outra ação. Ao enviar a palavra “Hope” para 30644, seu eleitor recebia como resposta esta mensagem: “Thanks for joining our campaign to change America. Please txt us your email. Start changing America at JohnEdwards.com.”.
O grande defeito dessa ação é que a frase não possui link algum. Seria interessante se a mensagem levasse o usuário para um wapsite da campanha e não apenas incentivasse o envio de SMS ou e-mail.
Os eleitores do também democrata Barack Obama podem acessar, via mobile, diferentes informações sobre sua campanha. Ao assinar o serviço, enviando GO para o shortcode 62262 (OBAMA), os usuários podem descobrir onde será a próxima grande aparição pública de Obama, receber seus discursos via SMS e enviar opiniões e conselhos. Assim, o candidato pretende criar uma rede de cooperação com voluntários. A campanha ainda distribuirá wallpapers e ringtones com o “Obama theme”. Para dar o opt-out no serviço basta enviar a palavra STOP para o mesmo shortcode.
Existe outra forma de interação entre Barack e seus possíveis eleitores. Foram disponibilizados diversos canais específicos, nos quais os eleitores de Obama podem ter acesso direto a informações que mais os interessam. Por exemplo:
FOLLOW BARACKOBAMA para OBAMA (62262) Para acompanhar todos os updates de Obama no twitter
HEALTH para OBAMA (62262)
Para saber sobre a política de saúde de Obama
EDUCATION para OBAMA (62262)
Para saber sobre a política de educação de Obama
JOBS para OBAMA (62262)
Para saber sobre política econômica de Obama
REFORM para OBAMA (62262)
Para saber sobre a proposta de reforma no congresso de Obama
Apesar da campanha de Barak Obama ser feita somente via SMS, ela é a mais interessante, já que propicia ao seu eleitor diferentes canais de informação, possibilitando que ele tenha acesso ao conteúdo que considerar mais relevante.
A mecânica utilizada por Hillary Clinton, favorita na corrida presidencial, é a mais simples, mas talvez a mais eficaz. Os eleitores de Hillary Clinton podem enviar “JOIN” para o shortcode e como resposta recebem notícias e informações sobre a campanha, assim como mensagens de agradecimento e fotos de Hillary tiradas na região em que eles vivem.
No Brasil, onde também acontecem eleições em 2008, nenhum candidato manifestou o interesse em desenvolver uma campanha mobile. A população brasileira gosta muito de ter acesso a novas tecnologias, mas por outro lado, não é uma das mais politizadas do mundo. Qual seria o resultado desta equação, se algum candidato apostasse em uma campanha mobile?
O jornal britânico “The Sun” lançou uma grande campanha que visa distribuir conteúdo mobile por meio de um barcode reader.
Foram publicadas páginas, nomeadas “How To Crack QR Smart Codes”, que explicavam e incentivavam o uso dos códigos. O conteúdo distribuído através dos QR codes vai de wallpapers até os gols mais recentes da Premiership.
O barcode utilizado pelo “The Sun” é o i-nigma, que codifica uma URL no código do QR que por sua vez lança uma conexão de WAP quando a foto é feita. Para utilizar o i-nigma é necessário baixar um software pelo celular. Esse download pode ser feito gratuitamente pelo envio de um SMS para o shortcode promocional.
As embalagens de remédios na Suécia agora possuem um 1D Barcode. Ao ser fotografado por uma câmera de celular, é possível ver em seu display mais informações farmacêuticas do produto, é como se fosse um complemento da bula. Além disso, mais informações sobre produtos e serviços também poderão ser vistas.
No futuro, os remédios poderão até vir sem a tradicional bula, todas as informações necessárias estarão nos barcodes.
Uma camiseta “mobile”, de função semelhante as da Reactee (saiba mais aqui), é uma inovação norte-americana.
No site da Augme, o usuário pode criar uma camiseta com barcode 2D único. O criador pode escolher à qual página este barcode bi-dimensional direcionará o celular que o fotografar. Para conseguir efetuar esse processo é necessário que o celular possua um leitor (aplicativo) em seu celular!
Idéia interessante, que pode divulgar pequenas e grandes mensagens de pessoas e de empresas!
Foi lançado na Inglaterra um serviço mobile chamado “Ask Terry”. Ele consiste em responder a qualquer pergunta que seja enviada com a palavra “terry” para o shortcode 81089.
Apesar de não ser um case de mobile marketing, temos um aprendizado interessante com esse serviço.
Muitas pessoas reclamaram que não recebiam respostas para as perguntas que faziam. Foi descoberto que essas pessoas não colocavam a palavra “Terry” na frente das perguntas. Aplicando isso, a uma ação de mobile marketing, devemos sempre lembrar de facilitar ao máximo para o consumidor. Lembrando que muitas pessoas não têm muita intimidade com essas tecnologias.