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09 de setembro de 2009

Mobile + “SVAs corporativos nas lojas de aplicativos” - Parte 2

Por: Pedro Bombonatti

Continuando (ver parte 1)…

mobile+

Castelo baseou sua apresentação em aprendizados e recomendações para aplicativos de marcas. Ele afirmou que os três principais argumentos que justificam a produção de um aplicativo mobile são: share of hardware, mídia gratuita, navegação offline.

Apresentou prós e contras do aplicativo para iPhone da Nova Schin e comentou a diferença entre se apropriar de um conteúdo e ter o próprio. Em diversos momentos fez alusões aos comentários (críticas e elogios) que os usuários de iPhone deixam na App Store.

Castelo fez questão de ressaltar que o mercado de aplicativos para celular não se restringe ao iPhone, mas sempre salientou a discrepância de downloads entre o aparelho da Apple e os demais. Ao final de sua apresentação Castelo falou sobre “como divulgar um aplicativo?”, para ele existem algumas opções:

- Pré embarcá-lo em um aparelho

- Campanha de advertising na internet móvel ou em outro aplicativo

- Disponibilizá-lo nas Stores

- Distribuí-lo via bluetooth

Nos comentários do post, Kana apontou outros formatos de distribuição de aplicativos para iPhone. Envio de MO e MT com SMS com link para App Store ou link para download caso seja J2ME; e o mesmo para o QR code, direcionando usuários para o local onde possam baixar o aplicativo.

Abs

Angel Aldana comentou que a Blackberry App World surgiu a partir de um estudo das outras Stores já existentes no mercado. Como a empresa surgiu no mundo empresarial, a loja da RIM (diferente das demais) dá uma atenção especial aos aplicativos corporativos (mesmo sabendo que os aplicativos de games e entretenimento são os mais baixados).

A estratégia da empresa é fazer parceria com líderes locais do mundo corporativo. Segundo Angel, muitas vezes mais pode ser menos… Isso significa que a RIM não pretende lotar a loja com Apps pouco relevantes.

Ainda tem mais… (Ver parte 3)

Tecnologias: Aplicativo Mobile, Internet Móvel.

Empresas participantes: Nenhuma empresa participante.

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Comentários:

Eric Santos 22 de setembro de 2009

Discordo da afirmação que só usuários com pós-pagos baixam aplicativos. Os usuários pré-pagos também podem baixar. Depende muito mais da percepção de valor sobre o conteúdo/serviço oferecido. Se não fosse assim, o mercado de venda de wallpapers, jogos e ringtones não existiria. É possível fazer um aplicativo funcional e relativamente bonito com tamanho entre 100 e 200kb, o que não pesa tanto no bolso do consumidor quando ele fizer o download via Internet móvel. Além disso, ainda há opção de transferência gratuita via cabo ou Bluetooth do PC. Quanto à maquina Bluetooth e os custos, concordo que não é toda hora que a conta fecha, mas é uma forma muito interessante de complementar a distribuição de aplicativos em ações presenciais. Em feiras e eventos, por exemplo, o custo do aluguel de uma máquina Bluetooth é marginal comparado ao custo da presença da empresa lá e montagem do stand. Como o Terence falou, não é toda hora que toda ferramenta serve. Tem que ter planejamento e adequação. Abs, Eric

Terence 17 de setembro de 2009

Concordo com as premissas do comentário acima, que poderia ter o título "Cuidado com o que se pede". Um objetivo que escutamos com versões diferentes, mas o mesmo tema é: "mobile só vai se desenvolver qdo fizer parte da estratégia de comunicação das marcas". Ou seja, chega de jobs apenas pq é novidade ou hype. O problema é que nessa hora tiram a calculadora da gaveta. Como acreditamos todos que a mídia móvel pode gerar retorno, a solução é planejar, e não pespegar qqer ferramenta - ou todas as ferramentas de uma vez - achando que resolve.

NoMoreUpFrontBuys 17 de setembro de 2009

Como distribuir aplicativos pela "internet móvel" se a penetração de planos de dados é inferior a 3% da base no Brasil ? SMS ? mande o link por SMS e tenha uma conversão média (click no link) de 10%. Dentro desses 10% convertidos apenas 3% tem plano de dados contratado e podem chegar ao site mobile da campanha... ou seja, resultados pífios... Bluetooth então, melhor nem comentar... Cobraram R$ 20.000 reais da Skol para distribuir conteudos via Bluetooth no Skol Sensations, resultado = 860 downloads, ou seja, mais de R$ 23 por conteúdo distribuido... é melhor dar cerveja de graça como degustação... com um custo de sampling de R$ 0,70 por lata a Skol teria impactado 28.600 consumidores. Muitos cases, nada efetivo... apenas hype.

kana 11 de setembro de 2009

Adendo aos formatos de distribuição de aplicativos para iPhone... Através de envio de MO e MT com SMS com link para App Store ou link para download caso seja J2ME; E o mesmo para o Qr Code direcionando usuários para acesso ao aplicativo. Abs

Terence 10 de setembro de 2009

App World: quem define relevância? Share of Hardware: ® ;-)

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