O polêmico PaySMS
28 de Julho de 2008por Pedro Bombonatti
Segue abaixo uma matéria da TELETIME sobre o polêmico PaySMS, confira, vale a pena:
Empresa promete dinheiro fácil para quem aceitar propaganda em celular
Sexta-feira, 25 de julho de 2008
“Ganhe recebendo SMS no celular! Quantos SMSs você recebe por dia? Seria um problema receber um SMS a mais em troca de um grande produto? Seria um problema receber SMS que te mantém informado de ofertas ou serviços do teu interesse? A resposta a estas simples perguntas é não! Então cadastre-se logo na PAYSMS. A única coisa que você tem que fazer é ler as mensagens que chegam, sem precisar fazer outra coisa”.
É com essas palavras que a empresa cearense Dase Comércio e Representações Ltda. procura conquistar, através de seu site, autorizações (opt-ins) para envio de propaganda para celulares. Para cada mensagem de propaganda que receber em seu telefone, a promessa é de que o usuário será remunerado em R$ 0,06. O serviço estimula cada usuário a convidar outras pessoas para participar. Cada mensagem que um indicado seu receber, o usuário ganha R$ 0,04.
Cada SMS para um indicado de um indicado vale R$ 0,03, e assim sucessivamente, até quatro níveis de distância. A partir de R$ 50 acumulados é possível solicitar o resgate do dinheiro, que pode ser depositado diretamente na conta bancária do usuário. A iniciativa, intitulada “PaySMS”, é classificada pela empresa como “marketing multinível”, algo parecido com as antigas “pirâmides financeiras”. O site está hospedado no endereço www.paysms.com.br.
Para se cadastrar, o usuário precisa assinar um contrato e preencher um cadastro. Uma cópia precisa ser enviada pelo correio ou por e-mail. O cadastro solicita uma série de informações pessoais que, em tese, serão usadas para segmentar as campanhas dos anunciantes. O cadastro pede, entre outras coisas: idade, escolaridade, faixa de renda etc. Esquece, porém, de um dado muito importante para embasar campanhas de mobile advertising: áreas de interesse do consumidor.
Sem opt-out
Cadastrar-se no programa parece fácil. Mas sair talvez não seja. Uma cláusula do contrato garante que ele pode ser rescindido a qualquer momento por ambas as partes “desde que haja prévio aviso à outra parte”. O difícil, porém, é falar com a Dase. TELETIME News enviou dois e-mails esta semana para endereços eletrônicos disponíveis no site da empresa e não recebeu resposta. No site “PaySMS” não consta nenhum telefone. Já no site da Dase (www.dase.com.br) aparecem os contatos de “distribuidores” do serviço em alguns Estados do Brasil.
TELETIME News conseguiu falar com dois distribuidores: um de São Paulo e um do Mato Grosso do Sul. O primeiro disse que estava fora do escritório e que mandaria mais tarde o telefone da Dase em Fortaleza. O outro disse que existe uma ordem do presidente da Dase para que seu telefone não seja informado para ninguém de fora da empresa. Nem pelo serviço de auxílio à lista telefônica foi possível descobrir o número: pelo nome da companhia o telefone está indisponível e se a consulta é feita pelo endereço da Dase em Fortaleza a atendente informa que não consta nenhum número. “O opt-out tem que ser fácil e acessível de várias formas, inclusive através de SMS enviado do celular do usuário”, explica o chairman da Mobile Marketing Association (MMA) no Brasil, Federico Pisani.
O contrato da Dase não discrimina como poderia ser feito o “opt-out”. Aparentemente, a empresa não conta com nenhum mecanismo para que o cancelamento possa ser feito do próprio celular. Os distribuidores contatados afirmaram apenas que é possível rescindir o contrato facilmente pela internet.
Vale lembrar que a Dase não é associada à MMA, embora use em seu site uma notícia sobre a criação da associação para promover a idéia de publicidade no celular e, logo, seu projeto “PaySMS”. A empresa também não se cadastrou no Guia de SVA deste ano publicado pela Converge Comunicações e que lista mais de 350 empresas do setor.
Exterior
A Dase utiliza gateways no exterior para o envio das propagandas. Uma mensagem logo na tela de abertura do site indica isso: “Atenção usuários Vivo e Claro: você, usuário dessas operadoras, que ainda não recebeu SMSs ligue para o atendimento e peça o desbloqueio do recebimento de SMSs enviados do exterior. É seu direito, é totalmente grátis”. No site da Dase encontram-se dois logotipos de integradores internacionais expostos no canto inferior direito: Agile Telecom e Mobyt. Ambos ficam na Itália.
No Brasil, é uma praxe de mercado consultar as operadoras antes de realizar qualquer campanha de mobile marketing. A Dase, porém, preferiu não fazer isso. “Não precisamos avisar as operadoras brasileiras. Quem envia as mensagens são operadoras internacionais”, disse o distribuidor do Mato Grosso do Sul.
Distribuidores
Além de angariar “opt-ins” de consumidores, a Dase oferece também vagas para “distribuidores”, pessoas autorizadas a procurar por conta própria empresas interessadas em enviar propaganda pelo sistema PaySMS. Para ser um distribuidor e receber um “kit de adesão” é preciso pagar uma taxa de R$ 599. O kit de adesão inclui um pacote de 500 mensagens que podem ser distribuídas de brinde para potenciais clientes e um programa chamado “UltraSMS”, para disparo de mensagens de texto. Cada SMS de propaganda enviado para a base de “opt-in” do sistema PaySMS custa R$ 0,50.
O distribuidor de São Paulo informou a TELETIME News que já conseguiu convencer algumas pizzarias e uma empresa de ração animal a enviar mensagens de texto para a base PaySMS. O distribuidor do Mato Grasso do Sul, por sua vez, disse que um banco, um fabricante de automóveis e até partidos políticos já teriam usado o serviço.
Base de usuários
Segundo os distribuidores ouvidos por TELETIME News, o projeto foi lançado em fevereiro e teria hoje 90 mil pessoas cadastradas. Uma rápida pesquisa pela internet revela vários blogs e fóruns de discussão promovendo ou comentando o projeto. Existem até mesmo comunidades no Orkut sobre “PaySMS”, algumas com mais de 8 mil participantes. Nelas, é possível encontrar reclamações de usuários que ainda não teriam recebido nenhuma mensagem de propaganda.
A resposta geralmente é a mesma: o projeto está começando e é preciso esperar um pouco mais. Até o fechamento desta matéria, a Dase não respondeu aos e-mails enviados por TELETIME News.
Gostaria de ressaltar que eu também cheguei a trocar alguns e-mails com a Naédja, da Dase, que concordou em responder a umas perguntas para a MobilePedia. Porém, quando enviei as perguntas, ela sumiu… Não tive meu e-mail respondido e nunca mais a vi no MSN.
O tema é polêmico por si só…
O que será que as operadoras pensam a respeito?
Será que já existe algum anunciante associado ao sistema?
Perguntas não faltam! Já as respostas…
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Tags: Opt-in, PaySMS
Categorias: Brasil, Operadoras, SMS
Leonardo Xavier (Pontomobi)
Walter Romano (Petrobras)
29 de Julho de 2008 as 8:52
Parabéns pela matéria, Pedro!
Este é um assunto muito delicado quando falamos em mobile marketing, ainda mais quando o opt-out é dificultado.
É comum surgirem comentários sobre empresas como a Dase em reuniões com clientes. Eles acham um ótimo negócio “divulgar a sua marca para milhares de pessoas” (pra não falar milhões).
Acredito que grande parte das empresas de mobile do mercado são contra essa prática, trabalham seriamente e instruem seus clientes, mas ainda é preciso trabalhar de forma unificada.
Quantos de nós já não passou pela situação de ter que apresentar um projeto para as Operadoras, esperar dias para uma resposta, e as vezes ser obrigado a realizar alterações emergenciais para obter uma autorização?
Concordo com a pergunta deixada pelo Pedro: “o que será que as operadoras pensam a respeito?”
Abs,
Daniel Vieira
29 de Julho de 2008 as 11:23
Isso é complicado e polémico… essas ações são realizadas por interconexão… ao custo de 2 centavos de dólares se envia mensagens para todo o mundo… Existe alguma lei que proíbe a interconexão?
29 de Julho de 2008 as 19:18
Não existe. E acho que nem há como proibir a interconexão, mas talvez este uso “inesperado” desta. As operadoras não deixam barato - as ações judiciais são constantes contra estas empresas que se aproveitam da interconexão.
30 de Julho de 2008 as 17:59
pessoas,
qual o papel da MMA no assunto? E quais as providências desta com ? Porque se tem hora pra fazer alguma coisa, que seja agora.
30 de Julho de 2008 as 19:15
Oi Nicolau,
A MMA atua junto às operadoras e empresas-membro na definição de regras de conduta do mercado. Estas estão em desenvolvimento para o Brasil.
Gostaria de chamar a atenção para o fato de que mesmo com regras e a aplicação 100% destas, em termos regulatórios nosso alcance se limita aos membros. Se uma empresa optar por uma atuação “outsider”, não há como impedi-la. É inclusive direito desta, em termos de liberdade de ação no mercado.
Claro, cabe a nós - não somente a MMA, como as empresas que compõem o mercado - excluir ou evitar negócios com empresas que não prezam pela condução ética de seus negócios ou optam por não observar as regras do mercado.
Economicamente falando, uma empresa que opta por não observar as regras do mercado terá vantagens competitivas indevidas que somente evitaremos se todo o ecossistema se mantiver de acordo com o esperado.
No exemplo acima, a empresa utiliza serviços de interconexão não apenas por conta do preço mas também pq, acredito, empresas nacionais hesitariam em aceitar o projeto.
Tendo dito isto, e abordando diretamente sua questão, embora esta ação vá contra os princípios estabelecidos pela MMA, não somos uma agência pública regulatória ou de polícia. Portanto, não há muito a fazer agora. Pense na MMA como o Conar - que tem ação de auto-regulamentação e tem sucesso por contar com a legitimidade e participação de todos os veículos.
Trabalhamos pela divulgação e observância das regras pelo maior número de empresas possível, por maior legitimidade e maior educação do mercado, para que estas ocorrências sejam raras.
Nossos princípios éticos básicos são encontrados em nosso Código de Conduta:
http://mmaglobal.com/codeofconduct.pdf.
Muitas vezes nossa resposta pode gerar insatisfação de quem gostaria de ver ações rápidas. Mas pense no desenvolvimento do mercado como um longo caminho, onde determinados desvios podem nos levar a lugar nenhum.
Abraços,
Terence Reis
30 de Julho de 2008 as 22:15
Oi pessoal,
Acho importante levantar discussão sobre quem alimentará (ou não) essas iniciativas: o mercado anunciante.
Obviamente, qualquer agência ou anunciante sério perceberá que se trata de spam e não investirá. Ninguém é imbecil e todos entende o valor da comunicação adequada com seu target.
Manter um negócio vendendo pacotes de SMS para pizzarias é meio complicado, não?
De qualquer forma, acho importante as operadoras se movimentarem para coibir isso.
Abs
Léo
31 de Julho de 2008 as 11:34
É curioso que as coisas caminhem nessa direção… ao oferecermos dinheiro em troca de conteúdo promocional (refiro-me ao P do composto de MKT), automaticamente desqualificamos a base de consumidores.
Afinal o interesse é o dinheiro e não o conteúdo!
O momento é de pull e não mais de push, os consumidores cansaram, estão com menor atenção e os retornos tendem a cair.
31 de Julho de 2008 as 14:01
Não entendo o porquê de tanta indignação…..afinal o usuario escolhe de participar sem ser forçado e escolhe que tipo de recados receber (contrariamente ao que o jornalista escreveu)….Inclusive no site da DASE existe disponível um código de ética e de conduta e no da PAYSMS existe publicado um documento de política de privacidade e de tratamento de dados… A questão parece ser que alguem talvez esteja querendo defender sua renda de posição no mercado, que julga estar em perigo, se escondendo atras da bandeira da MMA que não é lei coisa nenhuma em matéria e cuja opinião conta como a minha o a de vocês.
As coisas vão mudando …..sistemas assim existem ha muito tempo em outros paises e estão revolucionando o mercado e trasformando o usuario de propaganda em sujeito ativo capaz de escolher e de participar com um pequeno lucro no negócio…Melhor seria se preocupar que tudo isso desenvolva numa concorrência limpa e ética, sem incomodar, como parece pelo grito de socorro de alguem ai, as poderosas “operadoras”….a menos que esse alguem receba alguma coisa em troca por isso.
31 de Julho de 2008 as 15:28
Amway mobile?
31 de Julho de 2008 as 15:59
Olá alex,
Onde o usuário escolhe que tipo de mensagem quer receber?… Não achei!
O que você acha da DASE oferecer vagas para ‘distribuidores”?
Abs
31 de Julho de 2008 as 16:20
Alex,
Antes de mais nada, quero lhe fazer algumas perguntas;
Você acha que uma empresa séria utilizaria uma base dessas para fazer uma ação de marketing, sabendo que o cara que vai receber esse SMS não quer nem saber o que esta escrito e sim que ele vai ganhar 2 centavos? Você acha isso estratégico? Creio que existem pessoas comprando chips pré-pagos e se cadastrando só para receber a publicidade no celular…
Tudo que estamos discutindo é mais ou menos o que o Castelo levantou no tema SMS marketing – Como não queimar o canal?
O que esta acontecendo com empresas que fazem esse tipo de ação… é basicamente o que aconteceu com e-mail, vender bases para diversas empresas fazerem a sua publicidade, vc´s acham correto? Vc recebe um SMS pensando que é de alguém importante ou algum assunto de seu interesse e de repente: Apresente essa mensagem e ganhe uma banana!
As operadoras e as grupos de regulamentação como Anatel, MMA, Ampro, ABAP e xpto são responsável SIM pela criação de regras e políticas sobre utilização do SMS.
Sem esse papinho de querer ganhar dinheiro dessa forma… como vc mesmo comentou, seja ético, e comece um planejamento de criação de base segmentada para as empresas, crie ferramentas que possibilitem os seus clientes a criarem as suas bases e não comprar números de chips desligados ou o cara que só quer saber da merreca e nem lê a mensagem…
Abs
31 de Julho de 2008 as 17:38
………Vc recebe um SMS pensando que é de alguém importante ou algum assunto de seu interesse e de repente: Apresente essa mensagem e ganhe uma banana!…… Muito Boa !!!!
Em Portugal os patrícios ganham 15 euros para cada novo indicado que passa a ter uma Mobile Page de Divulgação Pessoal ou empresarial….Ora pois, pois…15 euros num país aonde a tarifa de acesso 3G está na faixa de 7,50 euros /mês…. Nada mau para quem tem amigos….Afinal de contas… Navegar é preciso… www.clickfale.com
31 de Julho de 2008 as 17:46
Amigo Alex,
Todo mercado precisa ser regulamentado. Me mostre um que não o seja, por favor - ou por meio de auto-regulamentação ou legislação governamental. Quanto mais apoiarmos as entidades compostas por empresas do próprio mercado, melhor para nós, pois evita ações do governo, na maioria das vezes estapafúrdias, veja todas as decisões sobre internet.
Sobre PaySMS/Dase. Não há nada de revolucionário neste modelo de negócios. Este tipo de ação está aí há muito tempo e em outros serviços. E nunca gerou benefícios para o consumidor.
A PaySMS/Dase é livre para fazer o que quiser. Mas deve respeitar os princípios e regras do mercado que faz parte. Operadoras não vêm entre aspas. Sem elas, não têm negócio.
É importante que a Dase como empresa esteja livre para desenvolver seu negócio. Desde que respeitem as regras estipuladas. Ou seja, você pode ter a base que quiser - desde que respeitada a conduta ética com esta. Esperamos que seja o caso do PaySMS.
Porém, acho difícil que esta seja uma base qualificada. Acompanharei para ver se obtêm algum sucesso. A permanecer vendendo para pizzarias, acho complicado. Espero que o usuário seja capaz de cancelar seu serviço com facilidade - não foi o depoimento.
Imagine que um banco resolva dar dinheiro. Bom isso? Aparentemente sim. Pois é, mas não dão. E sabe pq não? Houve um consenso dentro do próprio mercado de que no longo prazo este tipo de ação somente seria prejudicial.
Mais de uma PaySMS e o mercado não funciona. E somente com uma, nada acontece. Se a Dase fosse meu negócio, eu reavaliaria o business plan.
01 de Agosto de 2008 as 12:04
Caro Pedro Bombonatti,
a) é impossível não achar o formulário, pois este aparece no momento da inscrição. E sem completá-lo resulta impedido o acesso a própria área restrita. Neste formulário a pessoa escolhe o tipo de propaganda que quer receber.
b) Eu não vejo nada contra ao fato que uma empresa se utilize de revendedores para comercializar os próprios serviços. Resulta-me que existe um contrato disponível no site www.daseltda.com para formalizar a posição do distribuidor assim como previsto pela legislação vigente.
01 de Agosto de 2008 as 12:19
Olá Alex,
a) Impossível não achar o formulário, concordo com você. Porém, neste formulário a pessoa não escolhe o tipo de propaganda que deseja escolher.
b) Existe uma diferença grande entre o “legal” e o “legitimo”.
01 de Agosto de 2008 as 23:15
Agora no site www.teletime.com.br aparece uma nova noticia do presidente da Dase Ltda (data 01/08/2008 18hs 28.
Por favor vcs podem colocar essa noticia por aqui?
Estou muito curioso.
Obrigado
08 de Agosto de 2008 as 18:36
Pessoal,
Vejo que infelizmente estão sem informações importantes. Convido-os a participar de uma reunião online da empresa. O que vcs postaram até agora, e o autor do texto, só demonstra um medo de concorrência.
09 de Agosto de 2008 as 0:40
Qual concorrência, exatamente?
10 de Agosto de 2008 as 17:25
Medo de concorrencia?
Vamos ver:
1) Uma base que esta disponivel por interesses que nao afinidade com o conteudo anunciado.
2) Uma base que muito provavelmente abrira a mensagem recebida com atencao proxima de zero.
3) Uma qualificacao absolutamente duvidosa.
Me parece algo de muito pouco interesse para anunciantes serios e de porte.
Por outro lado, acredito que conseguira tirar uma graninha de alguns desavisados.
Com relacao a concorrencia, as empresas serias estao no mercado para longo prazo. Este modelo nao se sustenta de forma solida por muito tempo.
Mas sempre dara um troco para alguns. E esses alguns existem em todas as industrias. Vide os provedores de listas de spam.
Ou seja, esse modelo (se eh que isso eh um modelo), em minha opiniao, nao causa qualquer tipo de concorrencia nas empresas atendidas pelas agencias serias.
Ou alguem imagina a Unilever comprando isso???? Quem entende nao cai nesse conto.
10 de Agosto de 2008 as 20:55
Melhor nome para o produto seria SubornoSMS. Só que comunicação e marketing não é suborno.
10 de Agosto de 2008 as 20:57
Exatamente o que disse! Concordo com vc Patrícia!!!
Nenhuma empresa séria compraria esse tipo de base. Agora se o foco deles é vender mailling para a pizzaria do bairro… é outra coisa!!! Aí da até para enganar o tio da pizzaria… pq resultado não terá… isso é fato!!! Pois o consumidor… esta preocupado em ganhar os centavos dele, e não ser beneficiado… quantos mais SMSs receber, mais trocados terá…
Nossa discussão esta muito além de quem compra ou não… mas sim no modelo utilizado!!!
Ricardo Franco… vamos ser francos neh!!!
11 de Agosto de 2008 as 14:54
Por falar em enganar, uma pergunta:
Como a PaySMS vai controlar os espertos? E se eu resolver “investir” na empresa e ter 15 chips diferentes?
11 de Agosto de 2008 as 15:06
Melhor ainda para eles.
Sao “novos” 15 impactos!!!! Altamente qualificados!!!
16 de Agosto de 2008 as 12:44
to querendo saber se ta dando dinheiro?????
….
como ta indo???
25 de Agosto de 2008 as 16:22
Concordo com grande parte das críticas, mas há coisa infundada:
Sobre a questão da qualificação e do interesse de grandes empresas pela divulgação oferecida pela PaySMS, fiz uma análise semelhante em MAIO. Pode ser acessada abaixo por quem tem orkut: http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=30733085&tid=2588838254046937379&na=4&nst=-9&nid=30733085-2588838254046937379-5209565545078604196
Portanto, sobre esse ponto, estamos 100% de acordo. Previ que a PaySMS se tornaria semelhante a empresas de email marketing com atuações semelhantes: ou seja, atingindo um pequeno nicho. Este é um nicho QUALIFICADO, mas apenas para propostas de Marketing Multinível.
Dito isto, entro nessa questão sobre esse sistema de negócio:
Foi dito que não tem sustentação a longo prazo e que não trás benefícios para os clientes. Foi tratado quase como crime ter vagas para distribuidores.
Creio que esse seja um gravíssimo erro. Ao invés de ficar aqui debatendo o assunto, vou apenas citar alguns pontos para reflexão:
- Esse sistema existe há mais de 50 anos, com empresas com Capital Aberto, além de inclusões na Inc. 500 dos EUA.
- Há diversas empresas nesse ramo com faturamento superior a 1 Bilhão de dólares.
- O UNIBANCO recentemente ingressou nesse mercado, se tornando o maior emissor de cartões do Brasil em apenas 1 ano. (o crescimento gerado fez com que o banco assumisse esta posição.)
Por fim, não gostaria de entrar em discussão com pessoas que não conhecem bem o sistema. Creio que, para avaliar qualquer coisa, é importante CONHECER ANTES. Para isso, sugiro um vídeo esclarecedor. Se você quer debater essa questão, por favor, assista ao vídeo antes para não levantar questões respondidas nele…
O vídeo: http://video.google.com/videoplay?docid=-6334635374444003473
PS: Não estou defendendo a PaySMS. Como disse na primeira parte, concordo com a análise, e inclusive fiz algo semelhante em MAIO. Entretanto, esta empresa não representa todo o universo do Marketing de Rede, um tema que hoje é inclusive tema de curso em Universidades americanas (no vídeo acima, você verá a entrevista com um professor da Universidade de Chicago).
26 de Setembro de 2008 as 3:17
2 coisas: 1 é marketing multi nível; outra é mobile marketing.
Sobre a primeira eu creio que alguns negócios funcionam bem neste canal. Não sou absolutamente contra… Embora, eu creio que o marketing direto mononível é mais sustentável (CASES: NATURA E AVON) falam por si.
Já na segunda questão, mobile marketing tem que ser tratado com o devido carinho sim. O celular é um aparelho muito ìntimo, de maneira que queimar o canal é fácil…
Mas que eu caí na tentação de aplaudir, ah… eu caí… é locura pelo opt-in. Que tentação…
Aproveitando, eu gostaria de saber dos senhores, qual opinião e cases sobre aquisição de opt-in? hehehe
“isso porque a tv digital ainda nem é interativa, e ainda é incipiente em aparelhos celulares”
“isso porque vou fazer ligação grátis pelo skype, com a Marta prefeita” eehe
Abs
WillI