10 de março de 2009
Mobile Advertising na Globo.com
Navegando pelo portal móvel da Globo.com (m.globo.com) me deparei com diversas campanhas de mobile advertising de anunciantes importantes. Durante a navegação encontrei banners de Sundown, Guaraná Antárctica, Niely, Fiat Linea, NovaSchin, Master Card, BMW e Petrobras. Infelizmente, na grande maioria delas ( 7 de 8 ) a experiência não foi boa.
Ao clicar nos banners de BMW, NovaSchin, Master Card, Guaraná Antárctica e Niely fui direcionado para um site em flash e, por conseguinte, não pude visualizá-los. No caso do banner de Petrobras, ao clicar no banner surgiu uma página com a mensagem “The system cannot find the file specified”. Já no caso de Sundown, é possível visualizar o site, porém em sua versão WEB. Dos males, o menor!
Esse cenário não é ruim apenas para o anunciante. Quem tem o costume de acessar a globo.com pelo iPhone pode se interessar por determinado banner e, ao clicá-lo, ser direcionado para um site em flash, em seguida se interessar por outro banner e, novamente, não conseguir visualizar a landing page. A partir de suas frustrações o usuário pode deixar de clicar no próximo banner que chamar a sua atenção. Não adianta ressaltar o alto CTR do mobile advertising e o destaque que os banners possuem em uma tela de celular se o complemento da campanha não estiver adequado e gerar frustração. Não sei como foram as negociações dessas campanhas, mas, do jeito que estão, não podemos nem considerar esses banners como bonificação.
Para salvar o dia, das campanhas que encontrei no portal móvel da globo.com o único banner que direcionava o usuário para um mobile site era o de Fiat Linea. No mobile site é possível conhecer mais sobre o design e a tecnologia por trás do automóvel.
Seguem abaixo os prints dos banners e suas respectivas landing pages:
Fita Línea

Sundown

Petrobras

Guaraná Antártica

Niely

Master Card

NovaSchin

BMW

Tecnologias: Internet Móvel.
Empresas participantes: Nenhuma empresa participante.




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Concordo com vocês pessoal. Pessoalmente não gosto de fazer críticas públicas a trabalhos de outras empresas, mas infelizmente nesse caso acho que é importante apontar o erro, já que é a evolução do nosso mercado que tá em jogo. Coloquei alguns pitacos a mais lá no blog da Praesto: http://www.praesto.com.br/como-nao-fazer-mobile-advertising/ Abcs
Bem notada pelo Pedro Macedo a similaridade dos patrocinadores. É muito provável que seja mera extensão ou bonificação de patrocínio. Se for isso, temos uma situação muito parecida com os primórdios da internet, na qual veículos OFF simplesmente bonificavam mídia em seus sites. Isso não é necessariamente ruim, pois gera ao menos experimentação do novo meio. No entanto, é curiosa esta altíssima incidência de más experiências. A TV não põe no ar um filme cortado com 23s, bem como o jornal não veicula um anúncio fora de registro. Logo, não faz sentido publicar uma peça que gera uma grande frustração para o mobile-internauta. Portanto, muito ruim para o veículo, anunciante, internautas e, obviamente, todo mercado de mobile marketing.
Alguns desses patrocinadores são os mesmos que compraram cota de patrocínio do BBB (Guaraná, Sundown, Niely, Fiat). Provavelmente a cota inclui os banners na web e no mobile. Provavelmente também, as empresas anunciantes não foram avisadas que precisam adaptar seus sites para a web móvel para que coisas como essa não aconteça.
Pedro, boa noite. Valeu por ter transformado meu e-mail em um post tão detalhado. Você só esqueceu do banner da promoção da TIM (Internet móvel), ele também leva para um mobile site que lista os equipamentos que fazem parte da promoção. Concordo com o Nicolau. Um grande abraço.
Pedro, na minha opinião falta é alinhamento entre veículo e agência para não deixar passar oportunidades de impacto como essas. Temos que estar atentos e levar isso pro cliente sempre, para o m.m. não cair em descrédito. abs