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27 de junho de 2009

Mobile marketing na ClienteSA

Por: Pedro Bombonatti

A revista ClienteSA publicou uma matéria bem completa sobre mobile marketing, recheada de entrevistas com personalidades do mercado e dados de pesquisa. Veja abaixo alguns trechos da matéria:

cliente

O mercado brasileiro de telecomunicações irá gerar receita de US$ 64 bilhões em 2013. Segundo a consultoria Pyramid Research, os serviços de transmissão de dados por plataformas móveis irão alavancar o setor no País, já que a receita média desses serviços por assinante aumentou 50% de 2007 para 2008. “Se mantiver esse ritmo, o Brasil chegará a 222 milhões de linhas móveis e 109% de penetração até o final de 2013, o que colocaria o País acima de mercados como o do México e da Colômbia”, afirma Fernando Faria, analista sênior da Pyramid Research e autor do relatório.

Neste cenário que se desenha otimista, o mercado de marketing móvel ganha força e se apoia no excelente momento para reforçar a discussão do tema mobile de forma mais ampla e estruturada. “Com a evolução das condições de base do mercado (parque tecnológico, familiaridade do usuário e aumento do uso dos recursos) e o gradual amadurecimento das condições de negócios (modelos comerciais, regras, educação de anunciantes e agências), acreditamos na tendência de crescimento desse setor, que conta hoje com mais de cinquenta empresas especializadas”, aposta Terence Reis, diretor da MMA.

Luiz Santucci, presidente da AMMB, também tem boas perspectivas para o mercado, que, segundo ele, cresceu 45,92% no último ano. A pesquisa da ABI Research indica que o mercado global de mobile marketing deve saltar de US$ 1,8 bilhão, movimentado em 2007, para US$ 24 bilhões em 2013. “No Brasil, teremos crescimento apoiado em implementações de projetos diferenciados e com novos formatos”, afirma.

Ainda que as ações de mídia celular representem um percentual tímido no faturamento da agência, ela estima aumento expressivo para este ano, que irá depender da maturidade e estruturação do mercado. Assim como na Fischer América, o setor de mobile representa uma pequena parcela do faturamento da DPZ, mas já se notam grandes avanços e quebra de paradigmas, segundo Ivan Rysovas, diretor de negócios e tecnologia de mídia.

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Para tornar mais eficiente a interatividade com o cliente por meio dos aparelhos móveis, Henrique Vieira, diretor de planejamento estratégico da BG Interativa, aposta no entrelaçamento de quatro estratégias: conteúdo relevante + formato updated + situações inusitadas que falem direto com os consumidores + ferramentas. “Em um ano no qual a preocupação com a crise mundial está presente em quase todos os ambientes, acreditamos que as ações já estáveis, com resultados comprovados, têm maior chance de deslanchar, ou seja, o SMS para ações promocionais, o Bluetooth para conteúdos personalizados, e a banda larga móvel, que torna as experiências de navegação e consumo de dados cada vez mais atraentes, valorizando aplicativos interativos”, conclui Vieira.

Paula Lopes, gerente de marketing da linha Seda, da Unilever, e Marcelo Castelo, sócio-diretor da F.biz e eleito uma das Personalidades Mobile 2008 pela ClienteSA, relembram o sucesso do projeto Seda Teens, único case brasileiro premiado em duas categorias no MMA Awards LATAM, além de ter sido ouro no prêmio ABANET/IAB Brasil. “O meio digital possibilitou maior interação do consumidor com a marca Seda Teens. Isso comprova que quanto mais completa e alinhada for a nossa comunicação no 360º, melhor a percepção e lembrança do consumidor”, reforça Paula. Já na Hands, o espaço publicitário móvel é explorado com banners que chegam a apresentar uma taxa de click 12 vezes maior do que a web. Segundo Cesar S. Cesar, diretor de estratégia e marketing, a empresa começou a veicular, no final de 2008, anúncios em aplicativos e jogos para iPhone.

As operadoras de telefonia móvel, que têm iniciado um movimento de popularização dos planos de dados, estão direcionando grandes esforços para o mobile marketing. Prova disso é a Oi, que, em 2008, faturou R$ 533,4 milhões com serviços de valor adicionado (SMS, downloads de músicas, vídeos e jogos). “A Oi adapta a sua prática de mobile marketing para entender quais modelos de campanhas são do interesse do cliente. Com isso, a companhia melhora a eficácia do serviço prestado, tanto para o anunciante quanto para o usuário”, explica Luis Henrique Castro Lima, diretor de SVA e desenvolvimento de negócios.

Do ponto de vista tecnológico, com a vinda do 3G e do iPhone ao Brasil, pode-se perceber o crescimento de empresas que passaram a ver os aparelhos móveis como canais estratégicos. “Este é um ano em que a tecnologia touch entrará de vez no segmento, fazendo com que as possibilidades de interação sejam mais ricas e em telas maiores. As palavras conteúdo e relevância passam a figurar ainda mais conectadas”, prevê Rodrigo Moretz, gerente de marketing de relacionamento da Samsung.

A adoção da tecnologia 3G para o acesso à banda larga móvel, por exemplo, permitiu a sofisticação do conteúdo acessado e a disparada no uso de smartphones. Os dados do Gartner mostram que o mercado de smartphones registrou crescimento de 3,7%, alcançando 38,1 milhões de unidades, sendo que os modelos inteligentes representaram 12% das vendas totais de terminais móveis. As vendas mundiais, em 2008, somaram 139,3 milhões de unidades, com expansão de 14% sobre o ano anterior. “Com o aumento de velocidade proporcionado pelo 3G, principalmente em relação ao tráfego de dados, poderemos fazer o envio de vídeos e campanhas publicitárias mais elaboradas para os usuários Oi, de forma inovadora, rápida e simples, a exemplo do Oi Velox Plug, que possibilita uma série de novas aplicações no mobile marketing”, justifica Lima. No caso da Claro, o catálogo de mobile advertising e marketing traz serviços como o Minha TV e o Vídeo Maker, que se tornaram viáveis também em função da tecnologia 3G.

Segundo João Victor Martins, gerente de conteúdos da Claro, além de trazer o iPhone 3G em primeira mão, a operadora foi pioneira ao lançar um portal de conteúdos white label para este tipo de aparelho e fez ações de mobile marketing para empresas como Lufthansa, Volkswagen e Banco do Brasil. “A Claro acompanha sempre as tendências tecnológicas e pensa em novas formas de oferecer soluções de mobile marketing ao mercado. Isto não será diferente com as novas plataformas que estão por vir”, garante Martins.

De acordo com o portal Terra, desde a vinda do iPhone ao Brasil, sua audiência deu um salto expressivo, em torno de 160%. “Isso sem mencionar o aumento do tamanho das telas, que tornou a exploração de conteúdo e da internet móvel muito mais ilustrativa”, reforça Fernanda Magalhães, diretora da Mobext, agência de mobile marketing do Grupo Havas. Vieira, da BG Interativa, afirma que, hoje, o mobile marketing representa 5% do seu faturamento, mas, devido ao aumento da base de celulares com tela grande e de seus recursos, esse número tenderá a subir.

Tecnologias: Nenhuma tecnologia cadastrada.

Empresas participantes: Nenhuma empresa participante.

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Comentários:

Humberto 07 de julho de 2009

Oi, Tava dando uma lida nesta matéria e achei muito interessante. Boas perspectivas! Bjs

[...] Deixo o link de um texto muito bom sobre Mobile Marketing divulgado no Mobilepedia, chamado “Mobile marketing na ClienteSA“. Boa leitura.. Att. Ping Este artigo foi publicado em Terça-feira, Junho 30th, 2009 às [...]

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